a perséfone da pauliceia parece que não para de pintar-se e apedrejar-se.
parece que pira, parece que pede a ela própria que se precise.
parece que parou de pensar, parece que persegue sua presa e seu pássaro.
parece que está na prisão, parece que está paralisada pela perturbação do poder não pensar.
a perséfone da pauliceia não precisa se precisar, não precisa que dela precisem:
mas precisa poder parar para personificar a pirotecnia de sua aparição
neste pequeno pedaço de planeta.
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